"Amélia parou e olhou-o. Agarrou-o pela cintura e puxou-o para ela, as pernas abrindo-se e enrodilhando-se nele. os corpos começaram a nadar um no outro, primeiro devagar e depois num ritmo frenético, eléctricos já, ele com força, ela com fome, ambos gemendo ao ritmo do movimento, a cama a martelar a parede, ela sentido-o a enchê-la, ele sentido-a a derreter-se. Era como se os dois corpos se tivessem tornada um, ferro duro em lava incandescente, as batidas sincronizadas, o ritmo intensificando-se a cada pancada, sempre mais depressa, mais depressa, depressa, depressa, depressa, de-pre-ssssssssssssaaaaaa...."
José Rodrigues dos Santos
porque estou a ler o livro, e pela primeira vez na vida, sinto-me uma "agarrada!"