segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Feliz Natal e Bom 2008

Costuma-se dizer "ano novo, vida nova!"
Mas eu, apenas quero que este novo ano que se aproxima a passos largos seja,
Não um ano novo e que me traga uma vida nova,
Mas que seja apenas a continuação das coisas boas que este ano me trouxe!
Um trabalho que apesar de tudo não desgosto, embora que mal pago!
O melhor namorado do mundo,
Um sorriso,
Amigos sinceros…
Alguma paz e tranquilidade.
Foi também um ano em que cresci e que tenho a certeza que não esquecerei…
Foi um ano apesar de todas as lamúrias, de todas as queixas, de todos os ai’s…
Um ano com balanço positivo!

Desejo a todos, um Natal cheio de prendas, mas não prendas materiais, quero paz no sapatinho! E amor em cada embrulho!!!

Tenham também um excelente 2008…

E não se esqueçam… SEJAM FELIZES…

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Versos Soltos

Sou um livro em branco,
Escrito por uma caneta sem tinta!
Sou o que te preenche,
E sou o vazio.
Sou o ar que respirar,
E o vento que te refresca.
Sou a água do teu duche,
E a água do teu mar.
Sou aquilo que te faz sentir vivo,
E sou aquilo que te arranca da vida.
Sou a tua sombra,
E sou a tua luz.
Mas acima de tudo,
Sou o ser que te ama,
E o ser que te odeia.




Tão perto e tão longe,
Como do céu ao mar,
Poderia ir e voltar,
A ti eu não deixaria de amar.

Escuro e Solitário Silêncio

Escuro e solitário silêncio
Que envolve esta minha pele de poeta.
É triste ser poeta,
Sentir as coisas com outra força.
Tenho pena de não saber qual é a minha veia de poeta,
Cortar o mal pela raiz.
Talvez devesse tentar uma a uma,
Sentir me ir para outro mundo distante.
Quero a luz!
Quero fugir desta escuridão que me envolve à noite.
Da nuvem negra que me sobrevoa de dia...
Preciso das asas que me cortaram
e das penas que arrancaram.
Preciso da vida que em mim mataram,
deixando apenas esta triste existência.

8 de Fevereiro de 2007

Chama-me

Uma voz chama por mim,
Diz o meu nome…
Está dentro de mim,
Está fora de mim…
Está em toda a parte.
Eu oiço, mas não vejo.
Acho que é coisa da minha mente,
Que estou a sonhar,
Ou que estou doente.
Mas oiço-a de novo.
Chama por mim,
Chama por mim com uma força aterradora.
Oiço… olho para todo o lado mas não vejo…
Não vejo nada!
Atormenta-me,
Aterroriza-me,
Faz-me chorar…
Faz-me tremer…


7 de Fevereiro de 2007

Ama-me!

Não falarei mais com a escuridão,
Vou esquecer o medo e fechar os olhos,
Eu estou aqui, mas nada posso fazer,
As minhas palavras já não me aquecem, nem me acalmam.
Deixa-me ser a tua liberdade,
Deixa que a luz passar por entre as feridas da minha alma.
E que a ilumine.
Deixa-me ser o teu abrigo,
Deixa-me ver a tua luz.
Tudo o que eu quero é um mundo sem noite,
Ter-te sempre ao meu lado.
Compartilha comigo a vida,
Compartilha o amor…
Partilha comigo cada dia,
Cada noite e cada manhã.
Diz que me amas…
Tu sabes que sim!
Ama-me, é tudo o que te peço…

7 de Fevereiro de 2007

Plantação de respostas

Quantas vezes olhei para o céu...
Esperei uma resposta,
Procurei uma estrela que me guiasse...
Quantas vezes?
Quantas procurei um sinal?
Semeei palavras no céu,
Esperei poder vir a colher respostas...
Mas nada! Foram com o vento!
Mas olhar para o céu nem sempre é inútil...
Porque por vezes podemos colher as respostas que os outros plantaram!

4 de Fevereiro de 2007

Ida sem regresso nas asas de um corvo

Vou partir...
Andando ao som de um piano sem teclas,
Tocado pelo vento que me empurra por entre um bailado de Do's e La's...
Sei que não posso ficar mais!
Vou... não sei com quem porque não o consigo ver,
Mas sinto o seu respirar bater-me nas costas,
Tem um respirar frio,
Que a pouco e pouco parece que me congela e liberta de mim.
Não sei para onde vou...
De pés descalços,
Sinto as pedras frias e oiço a trovoada que se aproxima...
E como que por presságio de morte,
Oiço também um assassínio de corvos que trazem o cheiro a sangue.
Vou partir...
Partir sem ter sido o que quis ser,
Sem fazer o que queria fazer,
Como passear desde o pôr até ao nascer do sol por uma praia com quem não existe.
Fui um fruto amargo de uma árvore doce.
Não fui céu nem lhe toquei...
Pequei... e gostei! confesso!... gostei...!
Não fiz o que muitas vezes quis...
Mas vou partir!
Talvez um dia volte e seja quem nunca fui!
Faça o que sempre quis...e seja mais louca,
Mais ousada, seja uma outra pessoa, sendo eu mesma!
Vou...vou porque sei que não posso ficar!
Nem sei se queria ficar...
Gosto de gente de ri...de gente que ama...
Mas para onde vou haverá certamente!
A chuva começou a cair...
Os relâmpagos acendiam o chão apagado de Outono.
E eu já n sentiam o chão,
Tinhas asas negras...
Penas lisas e brilhantes ao mesmo tempo que baças!
Era um corvo...
E por entre as minhas asas saia um pequeno bilhete escrito a sangue de uma presa qualquer...
"libertaste-me de mim, deixaste-me longe de ti,
Mas onde quer que seja, que na escuridão da noite ouvires um corvo negro....
Eu lá estarei! Lá estarei, grasnando-te que te amo e sempre amarei"
E fui...
Parti...
Hoje sou o anjo em forma de corvo que estará sempre a olhar para ti!


31 de Janeiro de 2007

Anjo Caído

Em mim há um pouco de ti,
Um sorriso,
Uma frase...
Um olhar!
És amigo,
Confidente...
O anjo que me levanta quando caiu...
És tudo e és nada!
És o que me faz rir...
E o que me faz chorar!
És o céu,
E és o mar...
És o ar que respiro,
E o tormento que me asfixia!
És o bem... e és o mal!
Mas és tudo o que quero,
Tudo o que amo...

24 de Janeiro de 2007

Na sombra da solidão

Solidão…
Vive na sombra das coisas e das cores,
No mundo da escuridão,
Onde tudo é a preto e branco.
Mora naqueles deserto inabitável,
Naqueles jardim sem flores,
Na savana sem leões,
Numa cidade sem gente,
Naquele mundo onde ninguém dá por ela,
Mas onde todos a sentem!
Porque ela está lá…
A solidão…
A criança sem rosto,
Que brinca com bonecos sem boca,
Para que não possam gritar por alguém.
Mas dentro destes seres das trevas,
Destes seres sombrios,
Vive alguém que vive,
Um coração que ama,
Uma lágrima que saltita,
Num grito que não sai,
E uma alma que precisa de ser pintada
Com cores de um sorriso,
No pincel de um abraço,
Na tela de um beijo…



22 de Janeiro de 2007

Su.Ma.Mó

Mas o mundo não é só feito de criatura horrendas, são poucos, mas preciosos!
Critauras celestiais, têm asas comos os pássaros, e caminham livremente pelo horizonte...
Inocentes e providos de virtudes bastante humanas, do latim angelu e do grego ággelos,
são pequenos anjos que nos iluminam para continuar...
e enfrentar todas as cabras deste universo longinquo!
São também elas... colegas de trabalho...

Cabra!!!!

Odeio animais mamiferos herbivoros ruminantes cavicórneos, cientificamente nominados como Capra aegagrus hircus, pertencentes à familia dos bovídeos e vulgarmente chamadas de CABRAS!!!!
Odeio-as! Passam a vida a berrar (bééé) aos ouvidos dos outros, pensam que são selvagens e dominadoras, mas não passam de pequenos ruminantes domesticados e com cornos! E ainda por cima são fêmeas que usam barba, mas nem é dessas que eu estou a falar...
falo-vos de uma com duas pernas, passa igualmente a vida a berrar e a ruminar, mas é uma colega de trabalho...
por acaso não tem barba, mas nunca se sabe!
Sofre de falta de bode... mas já não se pode fazer nada...

sábado, 20 de outubro de 2007

Passado VS Presente e Futuro

O passado é uma muralha na qual já não resta nem um tijolo nem uma memória, o presente é um Forte com muralha, onde só existe tu e eu!

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

A ti meu pedaço de tentação

Quero quem caminhou comigo no desespero
Pela morte, pelo medo
Olhei em redor e percebi que não estou só
Seu nome, minha vida

Paredes fechadas consumiram meu pensamento
Meu desejo, meu sofrimento
Minha alma implorou pela alegria
e ela chegou!

Fui trazida de volta ao último sussurro
Pelo seu toque, pela sua paz
Uma penitência pela errante que sou
Trancada, aprisionada
Você me amou

Não pude ver a sombra daquele que busquei
Parei, hesitei
Percebi que não sou aquela que era
Lutei, venci
E Amo-te!


Dentadinha no pescoço :P

sábado, 18 de agosto de 2007

Silent Cry...

gostei da música...

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Bittersweet

Música... A nossa música!
Adoro-te bittersweet :P
Beijinhos envenenados




(Ville Valo)
I’m giving up the ghost of love
In the shadows cast on devotion

(Lauri Ylönen)
She is the one that I adore
queen of my silent suffocation

(Together)
Break this bittersweet spell on me
Lost in the arms of destiny

(Ville Valo)
Bittersweet

(Lauri Ylönen)
I won’t give up
I’m possessed by her

(Ville Valo)
I'm bearing her cross
She's turned into my curse

(Together)
Break this bittersweet spell on me
Lost in the arms of destiny

(Lauri Ylönen)
Bittersweet
I want you

(Ville Valo)
Oh I wanted you

(Lauri Ylönen)
And I need you

(Ville Valo)
How I needed you

(Together)
Break this bittersweet spell on me
Lost in the arms of destiny
Break this bittersweet spell on me
Lost in the arms of destiny

Bittersweet...

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Estado de Espírito

Hoje sinto-me assim para a gente estúpida e mesquinha que pensa que é superior:

-"Nunca despreze os pequenos quando está a subir, pois poderá encontrá-los quando estiver a descer." - Anónimo

E digo mais. Cada um tem o que merece, e quanto mais subirem maior vai ser o meu prazer quando vos der um biqueiro no cu, e vierem cá parar a baixo estatelados com a penca no meio do chão!

tenho dito.

domingo, 15 de julho de 2007

DobaCaracol

Hoje vim apenas apresentar aos 0 (zero) visitantes deste blog, uma música na qual estou viciada.
adeus e muitos beijinhos


sábado, 14 de julho de 2007

Serei um Fósforo




Acordei com esta dúvida: serei um fósforo?

Vivo numa caixa.

Trabalho numa caixa.

Conduzo uma caixa.

Costumo estar acompanhada nas minhas caixas.

De quando em vez, a coisa por estes lados pega fogo...

E um dia deixarei de ter utilidade.




ps: texto roubado em http://partilhassecretas.blogspot.com/
já agora se não tiverem nada para fazer passem por lá! é muito giro ;)

domingo, 1 de julho de 2007

Raptar a lua para ser tua

E se eu raptasse a lua para ser tua?
E se eu escrevesse o teu nome no céu?
E se eu tivesse uma ilha só nossa?
E se eu te amasse como ninguém?
E se eu te fizesse feliz como ninguém?
E se eu roubasse as estrelas do universo para decorar o teu quarto?
E se escrevesse em cada grão de areia que te amo?
E se eu reservasse uma praia só para poder dizer a todos que és o meu principe?
E se eu te provasse que sou alguém que te pode levar às nuvens e ver estrelas?
E se eu te mostrasse o caminho para a felicidade?
E se eu fosse tua? Tu serias meu?

Mesmo que eu roubasse a lua para morarmos lá só nós dois... continuarias a dizer que não sou um caso perdido, que sou bonito e boa rapariga.... mas que o teu coração está noutra?
Mesmo que eu tivesse de escrever em cada grão de areia que quero ficar contigo para sempre, tu não percebias que te adoro??